Mega-assalto no Paraguai foi teste para PCC resgatar Marcola, diz PM

Itens apreendidos pela PF nas buscas pelos suspeitos do assalto à sede da Prosegur, no Paraguai Polícia Federal

O assalto milionário à sede da empresa de transportes de valores Prosegur, em Ciudad del Este, no Paraguai, foi um teste do PCC para a operação de resgate do líder da facção Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola.

A possibilidade de uma fuga cinematográfica de Marcola foi levantada por agentes das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), grupo de elite da Polícia Militar. Eles já deslocaram um grupamento para penitenciária de segurança máxima de Presidente Prudente, no interior de São Paulo, onde o traficante está preso.

No plano do PCC, o grupo fecharia com veículos ruas de acesso ao presídio e jogaria na via pregos para retardar a chegada da polícia. Homens armados com fuzis e metralhadora ponto 50 teriam a missão de matar agentes de segurança da penitenciária e detonariam explosivos para derrubar as muralhas.

Paraguai

Até o momento,  oito pessoas foram presas no Paraná suspeitas de participar do assalto milionário no domingo (23) à sede da empresa de transportes de valores Prosegur, em Ciudad del Este, no Paraguai. De acordo com informações divulgadas pela Polícia Federal, as buscas na região de Foz do Iguaçu resultaram na apreensão de seis fuzis, munições, dois barcos, sete veículos e uma quantia em dinheiro.

Na segunda-feira, um grupo de cerca de 50 pessoas assaltou a sede da empresa na tríplice fronteira com o Brasil (Foz do Iguaçu) e a Argentina (Puerto Iguazú), para roubar cerca de US$ 40 milhões (cerca de R$ 125 milhões). O dinheiro estava guardado em um cofre, que foi aberto com uso de explosivos e fuzis antiaéreos.A Polícia Federal também confirmou que três suspeitos morreram durante confrontos com agentes da Polícia Rodoviária Federal, num trecho da BR-277, no Paraná.

Com informações da Agência Brasil

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