Jesus – do amor para a dor

Criado para ser feliz, e não o sendo pela preguiça de combater a ignorância, pai e mãe de todos os males, o homem, periodicamente, individual ou coletivamente, atrai para si uma chuva de dores para lhe despertar as potências da alma, segundo ensinamento dos grandes mestres, inclusive Jesus. Essas dores, interpretadas e exploradas por falsos ou ignorantes dirigentes religiosos como castigos de Deus, não encontram mais ressonância por parte de pessoas sensatas que sabem que a dor é sempre resultado da ação ou omissão do próprio homem.

O Deus vingativo e cruel do Velho Testamento foi destronado por Jesus, quando ensinou: “Deus é amor. Deus é luz. Deus é como a chuva que cai sobre a terra do bom e do mau”. Entretanto, muitas religiões, que se dizem “cristãs”, ainda pregam o deus judaico, o senhor dos exércitos, e é por isso que há tão poucas pessoas inteligentes e caridosas em seu meio.

O rigor das secas, o derretimento das calotas polares, o aumento da temperatura da terra, são resultados do desrespeito à natureza. E, pela Lei do Equilíbrio, a terra, buscará o reequilíbrio, provocando dor. A indiferença pelo próximo, a exploração de uns pelos outros, seja de pessoas ou países, a desonestidade nas relações são outras formas de desrespeito provocadoras de dores.

O responsável pela dor é o homem e não Deus. Ama a teu próximo, ensinou Jesus. Mas é da lei que quem desequilibrou, equilibre. Destruiu, reconstrua, ou sofra. Para evitar a dor, vamos lembrar de Santo Agostinho, sempre atual: “Ame, e tudo o que você fizer estará certo”.

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