Da controvérsia do sonho-visão ao show de Anita

Há controvérsias sobre sonho-visão de Dom Bosco que esta edição do Brasília Capital exalta na primeira página. Não há dúvidas, no entanto, de que o sonho da terra prometida inflou o discurso de uma nova capital na década de 1950.

O sonho de Dom Bosco, segundo alguns historiadores, foi essencial para que as pessoas acreditassem que Brasília era um local prometido. A tese causou comoção nacional e ajudou a bancada mudancista goiana a conseguir votos pró-Brasília no Congresso Nacional. Ao completar 59 anos, Brasília poderia ter 268 anos se a nova capital tivesse saído do papel ainda no período colonial – quando surgiu a ideia de levar o centro do poder para o interior do País.

A cidade mudou. Se as noites no Catetinho eram embaladas por boleros e o famoso “peixe vivo” de JK, no dia 21 de abril a quase sessentona será embalada pelo funk de Anitta. Na festa, que acontece na Esplanada dos Ministérios, também reservou espaço para a banda mais famosa que Brasília já deu à luz.

A Legião Urbana será tocada em ritmo de carnaval pelo Bloco Eduardo e Mônica, com o reforço de Marcelo Bonfá, da Legião. Completam a festa, bandas e cantores de Brasília, como Digão e Canisso, de os Raimundos; Marcela (Maskavoo), Scalene e a sambista Dhi Ribeiro.

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