Cachaça feita em Alexânia conquista o mundo

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Cambéba: da simplicidade até a sofisticação, uma variedade de sabores e aromas

Uma tradição familiar, que dura dois séculos e está na sétima geração, coleciona prêmios internacionais na Europa e nos EUA, com uma bebida que é sinônimo de simplicidade. O Alambique Cambéba da família cearense Galeno exporta 95% da sua produção de 20 mil litros de cachaça por mês para fora do país. E o melhor: fica a 90 quilômetros de Brasília, no município de Alexânia, BR-060.

Todo o processo de destilação da cana, até virar cachaça, é artesanal e orgânico, isento de produto químico para combater parasitas ou para acelerar a produção. No Alambique Cambéba, o processo de fabricação da cachaça é dividido em duas fases, a de produção e de processamento vegetal.  A família fabrica da cachaça branca, sem envelhecimento, até a mais sofisticada. Os preços variam de R$ 70 a R$ 320.

Fermentação

Durante a primeira etapa, a cana de açúcar é moída e o caldo é depositado em recipientes para fermentação, por onde fica por 24h ou até 36h.  Por último, o caldo é depositado em máquinas para ser destilado. O líquido ainda passa por um processo de vaporização para, em seguida, voltar ao seu estado natural e ser armazenado.

Adega

Assim como whisky e o vinho, as cachaças no Alambique Cambéba também passam por um processo de envelhecimento em barris. Elas podem ficar entre um e 12 anos armazenadas.  Quanto mais tempo, melhor o aroma, o sabor e a coloração. A exceção são as brancas, mais novas, que não passam pelo processo e são utilizadas para fazer caipirinha e coquetéis.

Ambiente

A fábrica ainda conta com um espaço gourmet destinado aos consumidores.  Para quem quer apenas experimentar a especialidade da casa, há um autêntico boteco com um balcão para servir os fregueses. Existe ainda um restaurante com pratos da alta gastronomia.