Bernie Ecclestone é retirado do comando da Fórmula 1

Ecclestone (E) comandou a categoria desde a década de 1970. Foto: Andrew Hone/Pirelli

O polêmico executivo Bernie Ecclestone não será mais o mandatário da Fórmula 1. Depois de especulações apontando que ele seria deposto do cargo de CEO, o próprio inglês confirmou nesta segunda-feira que não será mais o homem à frente da principal categoria do automobilismo mundial.

“Fui deposto hoje. É oficial. Já não sou o líder da empresa. Minha posição foi tomada por Chase Carey”, confirmou, em entrevista à revista alemã Auto Motor und Sport.

 

A troca de cargo já era esperada, assim que a F1 foi comprada pelo grupo norte-americano Liberty Media, e Ecclestone se mostrou tranquilo com a mudança. Ele, no entanto, ironizou com a função “simbólica” que passará a exercer.

“Meu novo cargo é um desses termos americanos, algo como um presidente honorário. Eu tenho este título agora, mesmo que eu não saiba o que significa”, afirmou.

Bernie Ecclestone é uma das figuras mais importantes da Fórmula 1. Desde os anos 1970 comandando a categoria, ele se destacou pela sua relação com a Federação Internacional de Automobilismo e por investir nas cotas de televisão.

Aos 86 anos, o empresário, que recebeu o apelido de “chefe supremo” pela influência no esporte, ainda não sabe se manterá a cadeira no Conselho Mundial da FIA.

“Antes de tudo, tenho que falar com o presidente da FIA, Jean Todt, sobre isso”, explicou.

Esta é apenas uma das série de mudanças propostas pela Liberty Media. Além da colocação de Chase Carey no principal cargo, os novos donos da Fórmula 1 também colocaram Sean Bratches, ex-executivo da ESPN, como responsável pelo setor comercial da categoria, e Ross Brawn, ex-Ferrari e Mercedes, como supervisor da parte esportiva.

 

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