A vida no olho do furacão, segundo relatos de um brasiliense

 

Vivendo em Orlando (EUA) há seis meses, o brasileiro André Savite se viu no olho do furacão Irma na última semana. O sonho americano, por um instante, estava em meio à uma tempestade com ventos de 210 km/h. Em sua passagem pela Flórida, o Irma deixou um milhão de pessoas sem energia elétrica.

Com exclusividade ao Brasília Capital, André Savite contou sua primeira experiência em meio a um fenômeno natural que, de repente, priva a população de comprar comida, gasolina e, até mesmo sair às ruas. “Durante três dias tivemos um toque de recolher às 18h e todos deveriam estar abrigados durante o período da noite”, conta o brasileiro. “O sentimento que fica é a tristeza”, comenta, ao assinalar que é uma situação que não se pode evitar

“Percebemos que o furacão estava chegando quando a cidade toda ficou sem energia. Nada funcionava”, conta. Logo após a passagem do fenômeno, as autoridades já começaram agir. “O govenro imediatamente após a passagem acionou todas as forças pra tentar recuperar a cidade e deixar tudo em estado normal. Eram equipes dos bombeiro, da polícia e da companhia de energia elétrica tentando reparar os danos”, relata.

André ressalta, no entanto, a forma como a população foi preparada para a chegada do furacão. Ele conta que durante todo o período que os ventos rodeavam a Flórida, a mídia e o governo local já alertavam para a necessidade de estocar comida e se preparar para os efeitos do fenômeno natural. “Quando o furacão chegou, todo mundo estava esperando, de alguma forma”, relata.

“Estávamos precavidos para os efeitos. Havia possibilidade de ter que evacuar a cidade e procurar abrigo em escola ou igreja”, diz André afirmando que o sentimento é assustador na visão de um brasileiro que não convivia com este tipo de fenômeno em Brasília.

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