Tiroteio entre policiais militares e traficantes deixa mortos e feridos no Rio de Janeiro

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Policiais ganham reforço após ataques às bases das UPP nas comunidades do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho, em Copacabana

Um tiroteio entre policiais militares e traficantes de drogas das comunidades do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, no Rio de Janeiro deixou pelo menos três mortos e três feridos. O capitão da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade, Vinicius Apolinário de Oliveira, foi ferido por estilhaços. Ele foi levado para o Hospital Central da PM, no Estácio, e já teve alta. Dois PMs do Batalhão de Choque também foram feridos, mas o estado de saúde deles não foi divulgado. 

Pelo menos três suspeitos foram baleados e morreram. Um homem conhecido como Samuca, que seria chefe do tráfico, ficou ferido. Ele e outros cinco suspeitos foram presos, após a mulher de um deles negociar a rendição.

O Túnel Major Rubens Vaz e o acesso à estação de metrô General Osório, em Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, estão fechados por causa de novo tiroteio entre

Parte do comércio de rua de Copacabana e Ipanema fechou as portas por causa do tiroteio. O tráfego de veículos na Rua Sá Ferreira, um dos acessos ao Pavão-Pavãozinho, e na Rua Professor Gastão Bahiana foi interrompido por medida de segurança. Agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) orientam os motoristas para caminhos alternativos.

A troca de tiros começou pela manhã quando dois homens, que seriam ligados ao tráfico de drogas na região, morreram em troca de tiros com policiais depois de ataques às bases das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) nas comunidades. Os dois feridos chegaram a ser levados ao Hospital Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiram. Na ação, um fuzil automático e uma pistola foram apreendidos pela polícia.

No confronto de agora à tarde, que começou por volta das 14h30, o comandante da UPP Cantagalo/Pavão-Pavãozinho, capitão da Polícia Militar Vinicius Apolinário de Oliveira, foi ferido por estilhaços de granada e encaminhado para o Hospital Central da Polícia Militar, na região central da cidade. O oficial já foi medicado e liberado.

O policiamento segue reforçado em toda a região por tropas do Comando de Operações Especiais da PM e de outras UPPs da região.

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