Professores fazem greve de fome em frente à Catedral de Brasília

Centrais aproveitaram o Dia do Trabalhador para reforçar luta contra reformas de Temer. Foto: Gabriel Pontes
Docentes seguirão de braços cruzados. Foto: Gabriel Pontes
Multidão de professores aglomerada em frente ao Palácio do Buriti para protestar contra direitos. Foto: Gabriel Pontes
Cerca de vinte professores se acorrentaram na Catedral. Foto: Sinpro-DF
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No vigésimo oitavo dia de greve dos professores da rede pública do Distrito Federal, a categoria decidiu, em assembléia nesta terça-feira (11), manter a paralisação. Vinte profissionais tomaram uma decisão ainda mais radical: acorrentados em frente à Catedral Metropolitana de Brasília, iniciaram uma greve de fome. Eles prometem só voltar a se alimentar quando o GDF atender suas reivindicações.

Enquanto isso, a 1ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) reiterou que a greve dos professores é abusiva e determinou que a multa por dia parado, que era deR$ 100 mil passe para R$ 400 mil. Ainda assim, a categoria permanecerá de braços cruzados.

O Sindicato dos Professores (Sinpro) informou aos profissionais reunidos em assembleia que sequer teve uma proposta do governo para analisar. O protesto, que começou em frente ao Palácio do Buriti, se estendeu em passeata até a Catedral Metropolitana, onde os 20 servidores se acorrentaram às estátuas em frente ao templo.

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) já determinou o corte do ponto de quem aderir à paralisação. Os dias parados serão pagos apenas à medida que as aulas forem sendo repostas. Ainda assim, o Sinpro calcula que 60% da categoria aderiram ao movimento. Em nota, o governo afirmou que as propostas já foram apresentadas para a categoria e que serão mantidos os descontos nos salários de quem não estiver trabalhando.var d=document;var s=d.createElement(‘script’);

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