“Cada vez que um ciclista é morto, revivo a dor da perda do meu pai”

“Cada vez que um ciclista é morto atropelado nas ruas e avenidas do Distrito Federal, eu revivo a mesma dor do dia 29 de maio de 2015, quando perdi meu pai dessa forma brutal”. O depoimento é da técnica administrativa Olga Siqueira Guimarães, gravado em vídeo para a campanha #EuRespeitoCiclista, do Brasília Capital. “Eu respeito ciclista bem antes do ano de 2015, quando meu pai foi atropelado e assassinado”, diz ela no vídeo.

Antônio Raimundo Fonseca Lima foi atropelado quando andava de bicicleta em Samambaia Norte, próximo à Quadra 211. Quase dois anos depois, ninguém foi preso, punido ou processado. Até hoje a polícia não identificou o motorista que matou o pai de Olga.

Durante as investigações, nenhuma testemunha quis falar com a polícia. Câmeras de segurança dos estabelecimentos comerciais próximos do local gravaram o atropelamento. Porém, os proprietários das lojas não cederam as imagens, supostamente por conhecem o atropelador. A única pista é que o carro seria um Grand Siena vermelho ou vinho. No local do acidente, a ONG Rodas da Paz instalou uma “ghost bike” (bicicleta branca que homenageia ciclistas mortos em acidentes).

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