Você é seu próprio macumbeiro

Há realmente macumba? Possivelmente, sim, porque se existem casas que se prestam a isso. Então, deve ter algum efeito. Mas porque as pessoas procurariam esses lugares para fazer mal ao seu semelhante? Porque já o fazem no dia a dia, por ação, intenção ou omissão.

O mestre Allan Kardec abordou essa questão no Livro dos Espíritos, pergunta 557, quando excetua a permissão de Deus para que isso ocorra. Permissão, entenda, haver o carma e chegou a hora do resgate.

Não obstante, o que vejo comumente é gente agressiva, resmungona, queixosa, sempre culpando ou falando mal dos outros, incapaz de solidarizar-se com o próximo, apoiar o colega de escola, de trabalho, de igreja, de centro espírita, queixando-se de magia negra ou olho gordo.

Quem assim vive, não pode viver bem, estar bem. Mude sua vida. Observe seus pensamentos, conversas e atitudes. Pare de culpar os outros e olhe para si e para seu semelhante com boa vontade.

Estamos na Escola Terra, ainda de primeiro grau. Somos todos alunos das primeiras séries. Mude, e o mundo à sua volta mudará. Realmente, se você for uma pessoa desagradável, orgulhosa e egoísta, receberá cargas negativas das pessoas além das que você irradia.

A verdadeira macumba é você quem se faz com sua postura. Quem ama é amado. Quem é amigo tem amigos. Quem é solidário recebe solidariedade. Assim como, com atitudes desagradáveis, recebe-se cargas negativas, o contrário também é verdadeiro: recebe-se cargas positivas quando colaboramos, apoiamos e estimulamos nossos semelhantes.”O que eu faço é uma gota d’agua no oceano,massem a gota d’agua o oceano seria menor”, ensinou Madre Tereza. “Garanto que até um copo d’agua que você der em meu nome não perderá seu galardão. O que você quiser receber, faça-o ao próximo”, ensinou Jesus. Mas faça-o com o coração, sem segundas intenções. A caridade verdadeira é a vacina contra o mal. Quem tem o hábito da oração e da caridade torna-se quase invulnerável a qualquer tipo de magia.

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