UnB desenvolve pulseira para diabéticos que manda alerta via celular

 

 
Paciente faz teste de glicemia no dedo para medir níveis de açúcar (Foto: Adilson dos Santos/Ascom Quissamã)
Alunos da Universidade de Brasília (UnB) criaram uma pulseira que promete facilitar a vida de pessoas que foram diagnosticadas de diabetes. Cruzando dados como umidade e temperatura da pele do paciente, ela consegue detectar níveis de açúcar no sangue e, em caso de anomalia, envia um alerta para usuários cadastrados, como o pai ou acompanhante. O objetivo é auxiliar crianças, idosos e pessoas que ficam impossibilitadas de pedirem ajuda. 
O acessório, que foi criado no Laboratório de Tecnologia e Inovação da Universidade, demorou cinco anos para ficar pronto. A demora para que todas as informações necessárias fossem colocadas em conjunto de chips e para que a pulseira ficasse de uma forma que não incomode o paciente. 

A professora de Engenharia Eletrônica e Biomédica da Universidade de Brasília (UnB), Suélia de Siqueira Rodrigues, que acompanhou e trabalhou de perto no desenvolvimento dessa tecnologia, disse que coincidentemente, nesta nova gestão da UnB com a reitora Márcia Abrão, foi criado um Decanato de Pesquisa e Inovação, para superar o muro que impede que resultados de trabalhos realizados na universidade cheguem à comunidade.

Segundo a professora, normalmente os produtos da engenharia aplicados à área médica surgem de um problema. Ela conta que uma aluna tinha uma irmãzinha com esta moléstia, infelizmente, e a criança sempre apresentava quadro de alteração glicêmica ou hipo e hiper glicemia, durante a noite. Então a aluna pediu à professora para fazer um estudo.
O desafio foi aceito e a pulseira, chamada de EasyGlic, foi criada. O produto já está em teste e, em no máximo um ano, estará à venda. 

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