Últimas chuvas não serão suficientes para acabar com a crise hídrica no DF

Presidente da Caesb, Maurício Luduvice. Foto: Andre Borges/Agência Brasília

É grave a crise hídrica no DF e pode piorar com a seca que se aproxima. As chuvas não foram suficientes para que os reservatórios atingissem níveis acima de 80%, o que daria tranquilidade para atravessar os próximos meses até a nova temporada de chuvas que, historicamente, começa em outubro. O governo federal liberou nesta quarta, 15, a verba para as obras de captação emergencial de água no Lago Paranoá e do córrego Crispim, no Gama.

O Brasília Capital conversou com o presidente da Caesb, Maurício Luduvice que demonstrou preocupação com o cenário. “Provavelmente, as tradicionais águas de março não serão suficientes para que a situação se normalize. Não estamos descartando até um endurecimento do rodízio”, disse ele.

Luduvice destacou que as ações para minimizar o problema hídrico no DF estão em andamento. O trabalho é conjunto com outros órgãos e compreende, dentre outras, a fiscalização da ocupação desordenada do solo, principalmente nas regiões das nascentes e a grilagem de terras públicas.

Quanto às obras, explicou que estão em andamento o sistema de captação e distribuição de água na Barragem de Corumbá IV, que fica nas proximidades de Luziânia (GO)  e o Subsistema Bananal, que tem previsão de estar concluída entre setembro e outubro deste ano, e será integrado ao Santa Maria-Torto .

Mauricio Luduvice destacou ainda, que esse problema se agravou com a falta de investimento de governos anteriores e com o baixo volume de chuvas entre o final do ano passo e este mês de março.

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