Suicídio na velhice

O médico-escritor Pedro Nava, autor do livro “Baú de Ossos”, suicidou-se na velhice, quando fazia grande sucesso com seus livros. Posteriormente, em mensagem mediúnica, demonstrou grande arrependimento pelo gesto. Segundo ele, faltava pouco tempo para morrer naturalmente. Como a ideia de suicídio, em geral, é cultivada durante bastante tempo, talvez tenha lhe faltado iniciativa para buscar ajuda, que deve ser médica, espiritual e, às vezes, psicológica, se tiver como pano de fundo a depressão.

Outro escritor famoso que cometeu suicídio na velhice foi o português Camilo Castelo Branco. Seu drama foi narrado à médium Ivone Pereira e transformado no clássico “Memórias de um Suicida”.  Nesse livro, Camilo relata seu sofrimento após a morte, durante muitos anos, em região do astral inferior, em companhia de outros suicidas. Pela Lei dos Semelhantes, semelhantes são atraídos para as mesmas regiões.

Na Bíblia, vamos conhecer o caso de Judas, apóstolo de Jesus. Aqui, a causa é o arrependimento, por ter entregue o Mestre por 30 Denarius, o que seriam, hoje, míseros 1.500 reais. Com o suicídio, Judas procurou, equivocadamente, punir-se, agravando em muito sua situação e a decepção por não ter desaparecido. Mata-se o corpo, mas não mata-se a alma. É o que os guias sempre ensinaram para o médium Chico Xavier.

Ideias negativas, se não forem combatidas, poderão fortalecer-se muito e tirar a razão de quem as cultiva usando como justificativas a culpa, o orgulho ferido ou simplesmente o desejo de vingança. Com Jesus aprendemos: “no mundo tereis tribulações, mas tendes bom ânimo. Eu venci o mundo”.

Bom ânimo. Aprender, fortalecer-se e superar. Não somos perfeitos. Somos todos alunos da escola Terra. A vida continua.

 


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