Seca e vontade de faturar levam Flamengo a tirar jogo do Mané Garrincha

Estádio mais caro do país, o Mané Garrincha continuará sem ver futebol por mais um tempo. Desta vez foi o Flamengo que desistiu de trazer o mando de campo de sua partida contra o Paraná, válida pela Primeira Liga.

Ao blog Drible de Corpo, do Correio Braziliense, o CEO do clube, Fred Luz, alegou critérios financeiros e técnicos (o período de seca na cidade) para trocar o Mané Garrincha, em Brasília, pelo Estádio Kleber Andrade, em Cariacica (ES). Segundo levantamento do blog, no entanto, o time carioca já jogou seis vezes na cidade durante o período de seca – o que evidencia que o critério para o mando de campo foi, provavelmente, financeiro.

O manda de campo foi vendido. Para jogar no Espírito Santo, o time carioca receberá uma cota fixa de R$ 500 mil e o Paraná terá direito a R$ 50 mil. A partida foi vendida para a empresa do ex-jogador Roni, a Roni 7 Consultoria Esportiva e Eventos.

Com isso, o Mané Garrincha continua com seca de jogos de futebol desde 6 de maio, quando Brasiliense e Ceilândia decidiram o Candangão.

É a segunda vez que a diretoria do Flamengo frustra seus sócios torcedores no Distrito Federal, que só perde em número de associados para o Rio de Janeiro. O clube havia tentado trazer para Brasília o confronto com o Palestino, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana, mas não conseguiu devido ao veto do time chileno. A Confederação Sul-Americana inclusive tinha dado aval.

Enquanto o Flamengo desistiu de Brasília na Primeira Liga, há possibilidade de o Londrina mandar o duelo com o Fluminense no Estádio Bezerrão, no Gama, em 30 de agosto, às 19h30. O duelo em jogo único também é válido pelas quartas de final da Primeira Liga.

 

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