Sandra Faraj é afastada por 15 dias da Câmara do DF por licença médica

 

A assessoria da deputada informou que eles responderão o requerimento nos próximos dias. Filipe Nogueira foi contratado em 2015 como comissionado e tinha salário de R$ 11 mil. O funcionário foi exonerado no dia 13 de fevereiro.

Nogueira afirmou que a deputada recebeu verba indenizatória para pagamento de serviços prestados pela Netpub, mas que não repassou esses recursos para a empresa. Segundo ele, a agência repassou 12 notas fiscais ao gabinete de Sandra Faraj, em valores que chegam a R$ 150 mil.

A deputada diz que o valor foi pago. Nogueira afirmou que foi coagido por Faraj e que os carimbos de recebido nas notas fiscais foram formalidades.

Em entrevista à TV Globo, o empresário admitiu ter trabalhado ilegalmente no gabinete de Faraj em 2015 e assumiu ter assinado uma declaração em 2016 com data retroativa a 2015 negando que tivesse parente ou sócio prestando serviço à Câmara Legislativa.

“Ela falou para eu ter paciência porque, no momento, era momento de investimento em outras áreas. E que, uma hora, nós iríamos acertar isso. Eu nunca recebi esse valor total”, afirma.

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