Sancionada lei que cria o parque tecnológico do Distrito Federal

Rollemberg em solenidade no Salão Nobre do Palácio do Buriti para oficializar a criação do Biotic

                                                              Gabriel Jabur/Agência Brasília

 

Com foco em inovação e tecnologia da informação e comunicação, foi criado oficialmente o Biotic — Parque Tecnológico, com capacidade para abrigar cerca de 1,2 mil empresas. O governador Rodrigo Rollemberg sancionou a lei de criação do empreendimento nesta terça-feira (10), no Salão Nobre do Palácio do Buriti. Principal empreendimento do Governo do Distrito Federal na área de ciência, tecnologia e inovação, o Biotic integra a lista de locais prioritários do Executivo local para firmar parcerias com a iniciativa privada.

A expectativa é que investidores privados somem um aporte de R$ 1,6 bilhão e que sejam gerados mais de 25 mil empregos diretos com a instalação do parque. O local será gerido por um fundo de investimento e ocupará uma área de 1,2 milhão de metros quadrados, entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) vai ceder 51% do espaço, avaliado em cerca de R$ 1,4 bilhão, e ficará com os outros 49%.

Novo modelo

A área foi fixada por lei em 2002. Já funcionam no local os centros de processamento de dados do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e uma subestação da Companhia Energética de Brasília (CEB). Está em construção o edifício de Governança do Biotic. A sede abrigará o Fundo de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF).

A concepção do Biotic foi elaborada pela Terracap em parceria com a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) e a Secretaria Adjunta de Ciência, Tecnologia e Inovação, da Casa Civil. A parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), fechada por meio da assinatura de um termo de cooperação, em outubro de 2016, ampliou o escopo do empreendimento – antes chamado de Capital Digital.

O novo modelo do Parque Tecnológico agrega a biotecnologia ao projeto, que era centrado apenas na tecnologia da informação e comunicação.

 

Fonte: Agência Brasília

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