Saída de peritos racha o Sinpol-DF

A criação de uma nova entidade vai impactar nas eleições do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol-DF), marcadas para o dia 7 de março, cujo mandato cobrirá o triênio 2017/2020. Foi reconhecido pelo Ministério do Trabalho, em novembro de 2016, o Sindicato dos Peritos Criminais (Sinpoc), que representará cerca de 300 profissionais.

O Sinpoc está em processo de regularização dos sindicalizados e, desde o início do ano, recebe a adesão de policiais civis. A principal reclamação dos profissionais que seguem a carreira de perito – a menor da categoria – é que agentes, escrivães e papiloscopistas têm mais representatividade do que as demais dentro do Sinpol.

A chapa vitoriosa no Sinpol em 2014, encabeçada pelo agente Rodrigo Franco, o Gaúcho, recebeu 1989 votos – equivalente a 55,4% dos votos computados. O segundo colocado recebeu 894 votos e o terceiro ficou com 707 votos.

Equiparação

Enquanto isso, GDF e policiais civis travam uma queda de braço para definir o reajuste salarial da categoria. O governador Rodrigo Rollemberg retomou as negociações na terça-feira (31) e afirmou que vai apresentar uma proposta no dia 24 de fevereiro, após receber parte da arrecadação com pagamentos de impostos.

Este ano é considerado chave para os policiais civis do DF, que buscam equiparação salarial com os policiais federais. Em 2016, foi concedido um reajuste de 37% aos federais. Agentes da PF passaram a receber R$ 18,6 mil por mês e delegados R$ 30,9 mil, enquanto seus colegas da Polícia Civil ganham, respectivamente, R$ 8 mil e R$ 13 mil.

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