Quando Amar é Sofrer

                 A Dra. Robin Norwood, autora do livro “Mulheres que amam demais”, comenta sobre a infelicidade no amor. Vejamos: 

1 – Sua história de amor tem lhe causado mais lágrimas que alegria? 2 – Este relacionamento tem colocado em risco seu bem-estar emocional ou sua integridade física? 3 – Com medo de ser abandonada, você faz qualquer coisa para impedir o fim? 4 – Apesar de ele ter características desagradáveis você acha que a culpa é sua? 5 – Você não sente atração por homens gentis, estáveis, seguros e que estão interessados em você?

Se você respondeu afirmativamente a pelo menos uma dessas perguntas, é provável que esteja num relacionamento destrutivo e não ser capaz de agir. Mulheres assim procuram parceiros para preencher sua necessidade de ser servil, e os homens, alguém capaz de “salvá-los”.

Se você  usa o sexo como arma para mudar ou manipular o parceiro, o sexo não é o termômetro. Mudar esse modo de viver os relacionamentos é difícil, mas possível, e parte do ponto onde começa a existir o amor próprio.

A profundidade do amor é medida pela confiança e respeito mútuos. Há uma grande alegria nas experiências compartilhadas. Um relacionamento, para dar certo, deve acontecer entre dois parceiros que compartilhem interesses e objetivos semelhantes.

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