Polícia fecha casa de apostas no Guará

A policia civil fechou um casa de jogos ilegais que funcionava desde março no Guará e prendeu três pessoas: a gerente do local, Raimunda da Silva, de 36 anos, e dois apostadores, todos liberados após assinarem termos de compromisso.

“As investigações continuam, vamos cruzar (informações) com outras casas (de apostas) fechadas na cidade para demonstrar a existência de uma quadrilha por trás dessas pessoas”, detalhou hoje o delegado-chefe da 4ª DP no Guará, Jeferson Lisboa.

A casa de jogos ilegais tinha seis máquinas caça-níqueis e funcionava em uma quitinete de um prédio residencial na quadra 38, cl 2, lote 19, local disfarçado, segundo o delegado responsável pela investigação.

“Essa era a estratégia: alugar kit onde a casa de jogos ficaria mais escondida para dificultar investigação da polícia, e colocar poucas máquinas para não ter tanto prejuízo caso fosse descoberto”, acrescentou Lisboa.

livro-caixa apreendido no local indicava que a casa de aposta começou a funcionar no dia 1º de março e as páginas escritas à mão traziam registros de faturamento que variavam de R$3 mil a R$ 11 mil reais por dia.

As investigações da 4ª DF começaram há duas semanas, a partir de denúncias anônimas, e a gerente da casa de jogos ilegais, Raimunda da Silva, agora vai responder por crime contra a economia pública, cuja pena varia de seis meses a dois anos.

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