Polícia Civil elucida latrocínio da 112 Sul

Cinco dias após o latrocínio que resultou na morte do brigadeiro reformado da Força Aérea Brasileira (FAB) João Carlos Franco de Souza, de 66 anos, a Polícia Civil do Distrito Federal elucidou o caso. Entre os criminosos envolvidos um  é adolescente de 16 anos, autor do disparo que matou o militar.

 

O secretário de Segurança, Sandro Avelar, destacou a celeridade das investigações e a prisão dos principais suspeitos. “A Polícia Civil do DF mostrou mais uma vez que é merecedora da fama reconhecida em todo o país para solucionar crimes graves”, ressaltou.

 

Avelar, contudo, lamentou a morte do militar, que se preparava para entrar na garagem de seu prédio, na Quadra 112 Sul, quando foi abordado pelos criminosos. “Lamento muito a morte do militar, principalmente pelo fato de ter sido um latrocínio, crime ainda mais preocupante que o homicídio e em que a vítima acaba morta por causa de seu patrimônio”, disse.

 

O secretário ainda comentou sobre a participação do adolescente que confessou ter atirado contra o militar e que foi apreendido em Valparaíso, região metropolitana do DF. “Mais uma vez, pagamos pela fragilidade de nossa legislação que beneficia a ação de jovens que são presos até dez vezes em um prazo de um ano. Esse rapaz que matou o militar cometeu outro crime após cometer o latrocínio”, observou Sandro Avelar.

 

O adolescente deverá ficar internado por 45 dias, no Centro Sócio Educativo Amigoniano (Cesami), até que o juiz da Vara da Infância (VIJ) e Juventude julgue o caso. O menor responderá por ato infracional análogo ao crime de latrocínio.

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