Percentual de 25% do álcool hidratado na gasolina

Para zerar as defasagens dos valores cobrados nas bombas, o governo precisaria corrigir as tabelas da Petrobras em torno de 30%, o que deve acontecer até junho  (Zuleika de Souza/CB/D.A Press - 10/1/10)
Para zerar as defasagens dos valores cobrados nas bombas, o governo precisaria corrigir as tabelas da Petrobras em torno de 30%, o que deve acontecer até junho


A indústria nacional de álcool combustível espera ansiosamente pelo anúncio, ainda neste primeiro trimestre, de duas medidas do governo consideradas essenciais para a recuperação da sua competitividade doméstica. A primeira é o retorno do percentual de 25% na mistura do etanol à gasolina, reduzido para 20% desde outubro de 2011. A segunda, mais importante e complexa, é o reajuste das tabelas da Petrobras, pondo fim a quase quatro anos de “congelamento” dos preços da gasolina — a defasagem beira os 30%.


Nos últimos meses, empresários e líderes do setor — que passou a ser regulado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) — vêm apresentando à presidente Dilma Rousseff argumentos favoráveis aos dois movimentos.


Fonte: Correio Braziliense

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