Pecados de cardeais

A pressão popular aumenta nos EUA e na Itália para manter o cardeal Roger Mahony, da Califórnia, longe do conclave para eleger o próximo papa por seu papel em proteger sacerdotes acusados de abuso sexual, um dos mais proeminentes movimentos contra um grupo de cardeais comprometidos que deverão votar no mês que vem.


Em meio aos protestos, Mahony deixou claro que vai ao Vaticano, e ninguém poderá forçá-lo a abster-se. Um historiador do Vaticano disse no dia 20 que não há precedentes para que um cardeal não participe por causa de um escândalo pessoal. Mas a crescente campanha de base é uma indicação de que os católicos comuns exigem cada vez mais ter poder de voz para decidir quem está apto a eleger seu papa.

Conclaves sempre conseguem extrair o que há de pior no histórico de um cardeal ao trazer à tona diante da mídia pecados passados e transgressões pouco tempo antes da votação. Dessa vez não é diferente – exceto que as revelações dos pecados de Mahony são atuais e ocorreram durante uma rodada recente de escândalos de abuso sexual na Europa e EUA.

Fonte: IG Notícias

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