O Galo conquista a América

Foi no sufoco.

Depois de um início arrasador na Libertadores, o Atlético (MG) caiu de produção. A partir das quartas de final, todos os confrontos foram equilibradíssimos, e decididos somente no apagar das luzes.

Contra o Tijuana, do México, Victor defendeu um pênalti no minuto final e o Galo avançou com dois empates. Na semifinal, o adversário mais difícil: o argentino Newel’s Old Boys abriu 2 a 0 no jogo de ida. Na volta, um gol de Guilherme no minuto final levou a decisão para os pênaltis, e novamente brilhou a estrela de “São” Victor.

A final parecia mais tranquila. O Olímpia vinha da Pré-Libertadores e seus jogadores estavam há meses sem receber salários. Apesar de tricampeões da competição, os paraguaios não apareciam em nenhuma lista de favoritos.

Mas o drama da semi se repetiu. Derrota de 2 a 0 no jogo de ida e a obrigação de ganhar por três gols de diferença em Minas. E, pelo regulamento, a final não poderia ser no alçapão do Independência, que não tem a capacidade mínima exigida pela Conmebol.

A final foi para o Mineirão.Quase 60 mil fanáticos assistiram a mais um jogo dramático, com um gol salvador do zagueiro Leonardo Silva, que levou a decisão para a prorrogação e, em seguida, pênaltis, onde mais uma vez brilhou a estrela de Victor.

Resultado: Atlético campeão e muita gente já se programando para o Mundial de clubes, que este ano será no Marrocos. A torcida já imagina uma final contra o Bayern de Munique, o campeão europeu.

O Galo forte vingador faz história e conquista a América!

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