O fenômeno Chico Xavier

 

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O pesquisador Claudinei Lopes, no livro, “Em Busca de Chico Xavier”, narra a viagem que fez pelos lugares onde viveu o médium ao longo de sua vida, e as entrevistas realizadas com pessoas que conviveram muito próximas ao grande médium brasileiro. O autor mostra o quanto Chico era bem-humorado, engraçado, doce, infinitamente paciente e gentil, que abraçava a todos com o imenso amor do seu coração.

Claudinei chegou à conclusão de que Chico, como médium, era surpreendente com seus fenômenos até agora não totalmente explicados pela ciência, mas, o mais importante foi descobrir o ser humano: “ele nos mostra que não precisamos de dons divinos para tornar o mundo um lugar melhor. A maioria de nós não pode enxergar o além, mas todos nós, sem exceção, podemos praticar a caridade, a humildade, a ajuda mútua e tantas outras lições deixadas por ele; ensinamentos que não dependem de poderes especiais, mas apenas de nossa vontade íntima”.

Nem todos podemos ser médiuns, mas todos podemos ser pessoas de bem. Chico fazia exatamente aquilo que pregava, característica escassa na esmagadora maioria dos líderes, não só religiosos, mas pertencentes as mais variadas classes sociais. Somente o fato de ter doado todos os direitos autorais dos seus livros para as instituições de caridade faz dele um individuo raro e notável. 

Chico faz falta. Que Deus nos envie outros Chicos, outras Madres Terezas de Calcutá, outros Dalai lamas, outros Gandhis. Eles sempre serão bem-vindos e necessários num mundo predominantemente egoísta e materialista como o nosso. Que os exemplos de caridade, bondade, respeito, tolerância, humildade, entre outros, semeados por Chico Xavier permaneçam vivos, para sempre, nos corações dos que aqui continuam, e que sejam ensinados e seguidos por aqueles que aqui chegarem”.

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