Novas formas de ganhar dinheiro

Nem mesmo os mais privilegiados podem se dar ao luxo de ignorar a situação à qual as economias brasileira e mundial estão submetidas. Afinal, a bem da verdade, a situação como um todo é sem precedentes. Com novas necessidades surgem, naturalmente, novas formas de contornar a crise e ganhar dinheiro. Iniciativas que podem ser vistas amplamente no setor de serviços, no varejo e até em lugares considerados improváveis, mas cuja criatividade serve como chave para a inovação.

A realidade é que não há uma única forma de correr atrás dos prejuízos gerados pela crise. Por mais primitivo que seja, muitas vezes a descoberta do que dá certo ou não depende de tentativa e erro. A questão é saber aprender com os erros, aproveitar os acertos e nunca deixar de olhar para os lados, para compreender estratégias de terceiros e aplicá-las ao próprio favor. E como as pessoas estão contornando a crise e obtendo a recuperação econômica? É algo que certamente merece ser analisado e compreendido em detalhes.

Inovação através da necessidade

O melhor professor é a necessidade. E isso é uma verdade quando o assunto é inovação de mercado, em qualquer parte da cadeia: produção, venda, propaganda, compra etc. Porém, Se ninguém está livre dos problemas, ninguém está isento de ser parte da solução. O que se vê, por isso mesmo, são as empresas tentando encontrar novas formas de interessar um público com poder de compra reduzido e, ao mesmo tempo, uma população economicamente ativa modificando seus hábitos de consumo.

A atual lógica de mercado exige das empresas e dos prestadores de serviços velocidade, impessoalidade, distanciamento e variedade. Essas necessidades de clientes e colaboradores foi fomentada pela internet e têm sido satisfeitas por suas aplicações criativas. É aqui que surge o primeiro alicerce da recuperação econômica: o e-commerce. A importância do comércio pela internet é tremenda, a ponto de muitas empresas terem passado a investir mais em seus sites do que nos estabelecimentos físicos. Isso quando muitos simplesmente deixaram de existir, já que os recebimentos líquidos de alguns pararam de suprir seus gastos.

Outro mercado que já vinha enfrentando dificuldades e que chegou ao auge da necessidade de mudança mais recentemente é o do entretenimento. Desde o cinema, passando pelos livros e chegando aos cassinos internacionais, todos precisaram se reinventar de alguma maneira.

O entretenimento audiovisual passou a oferecer opções cada vez mais aprofundadas de streaming, assim como os livros investiram em versões digitais. Os cassinos, por sua vez, passaram a oferecer cada vez mais opções de apostas online, e inclusive desenvolveram um mercado próprio. Sites como o Slotjava (www.slotjava.com.br), por exemplo, são especializados em análises e indicações de casas do ramo.

Entretanto, esses são apenas indicativos ilustrados de quão amplas são as possibilidades, e como elas se aplicam a virtualmente qualquer mercado, sem distinção de atuação, consolidação ou inovação.

Perspectivas de futuro

Existe uma série de fatores que, embora relacionados diretamente ao escopo macroeconômico, começam com hábitos pessoais de cada consumidor individualmente. Isso tem a ver, por exemplo, com os hábitos de poupança do brasileiro, que sabe que já não pode mais contar com a caderneta como um porto seguro.

Estudos da Secretaria de Política Econômica (SPE), do governo federal brasileiro, apontam que a inflação já está com estimativa de crescimento ainda mais acentuado do que se esperava em previsões já pessimistas. Isso quer dizer que, a longo prazo, manter o dinheiro guardado na conta corrente ou na conta poupança pode ser uma receita de prejuízo.

É seguindo essa tendência que os consumidores estão se vendo obrigados a mudar o perfil de poupadores para investidores, ainda que em escala reduzida. Manter o dinheiro na poupança com a taxa de juros mais baixa da história e uma inflação que possivelmente vai engolir esses rendimentos é, claramente, um negócio ruim.

O que resta, portanto, ainda na esfera doméstica, é uma aplicação mais criativa de fundos, mesmo que ofereçam menos riscos do que um investimento arrojado. É preciso observar várias opções, entender o próprio perfil e saber o que fazer com o dinheiro a cada mês, caso contrário a tendência é de que o poder de compra siga diminuindo e, infelizmente, a crise se agrave num sentido cada vez mais pessoal.

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