Nobre volta a explica a venda de Barcos para o Grêmio: ‘Era a vontade do jogador’

A polêmica venda do atacante argentino Hernán Barcos do Palmeiras para o Grêmio ainda rende explicações no Verdão. Nesta sexta-feira, o novo presidente do clube, Paulo Nobre, justificou a transação do Pirata dizendo que era a vontade do jogador ser negociado.

Nobre também alertou que Barcos poderia entrar na Justiça contra o clube, já que o Palmeiras devia uma parte em dinheiro à LDU, do Equador, antiga dona dos direitos econômicos do atacante.

“O Palmeiras deu aumento em dezembro com data retroativa a outubro e não honrou. Isso dava ensejo ao Barcos de pleitear sair do clube. Eu não quis correr esse risco. Ele teve uma atitude 100% com o Palmeiras, foi sério, respeitou a instituição”, afirmou o presidente, durante o evento que marcou a apresentação do volante Léo Gago.

O presidente também afirmou que a saída do atleta significa a montagem de um elenco e o abatimento da dívida com a equipe equatoriana. O negócio foi fechado em cerca de 7 milhões de euros. Destes, R$ 4 milhões ficam com o Palmeiras, R$ 1,3 milhão com Barcos, R$ 1,5 milhão com a LDU e o restante ao valor de mercado dos demais jogadores envolvidos no negócio (Leo Gago, Leandro, Vilson e Rondinelly).

“Íamos ter a troca por cinco jogadores, mais compensação e dívidas. O Grêmio nos apresentou uma lista e estamos escolhendo cirurgicamente. Foi a primeira decisão polêmica dessa presidência, e eu posso até vir a errar, mas não vou errar por omissão. É um ônus da presidência tomar decisões difíceis quando elas aparecerem. Toda decisão será o melhor para o Palmeiras”, concluiu Nobre.

Fonte: FutNet

Deixe um comentário