Nas asas do Exército

Indústria nacional não tem similares ao ShortC-23B Sherpa para transportar tropas e cargas na Amazônia. Foto: Divulgação

O Exército Brasileiro bateu o martelo: Vai voltar a ter a sua própria aviação. A Arma, que já opera helicópteros a partir de seus Batalhões de Aviação, passará a contar com a sua própria esquadrilha.

Mas, as primeiras aeronaves estão longe de ser a última palavra em tecnologia da aviação militar. Pelo contrário. O Alto Comando do Exército aprovou a aquisição de 8 aeronaves de transporte Short C-23B Sherpa, de produção Irlandesa, fabricados entre 1981 e 1991, usados pela Guarda Nacional dos EUA e que já estavam fora de operação.

Fazer o Exército voltar a alçar voos vai custar ao contribuinte cerca de US$ 18 milhões (aproximadamente R$ 77 milhões) na aquisição. Além disso, haverá custos para a colocação dessas aeronaves em condições de voo, construção de hangares, treinamento de pilotos e técnicos e manutenção.
Os aviões ainda têm 15 anos de vida útil, mas, segundo especialistas, poderão ter o uso esticado em mais 5 anos. Como já estão fora de linha, das oito unidades a serem adquiridas, duas servirão para o que os técnicos chamam de canibalismo. – delas serão retiradas peças para a manutenção das demais.

Os Sherpa serão usados na Amazônia, pelo 4º Batalhão de Aviação do Exército (4° BavEx), baseado em Manaus. Eles têm capacidade de transportar 3,5 toneladas de carga (o dobro de um avião Bandeirante que era fabricado pela Embraer) e será usado no apoio logístico das ações do Exército na Amazônia.

Para continuar a leitura, clique aqui.

Deixe um comentário