Médica de Curitiba é acusada de antecipar morte de pacientes na UTI

A médica Virgínia Soares de Souza foi presa na manhã de terça-feira (19/2), acusada de ter antecipado as mortes de pacientes internados na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Evangélico de Curitiba, no Paraná. No Brasil, a prática de eutanásia – a antecipação da morte de um paciente em estado irrecuperavelmente grave – é proibida, e é considerada crime.


As investigações foram iniciadas há um ano, passaram pelo Ministério Público e agora estão sob a responsabilidade do Núcleo de Repressão aos Crimes Contra a Saúde da cidade. Não se sabe ainda desde quando os crimes estariam sendo cometidos, nem o número de pacientes que teriam passado pelo procedimento, mas a polícia recolheu prontuários de 18 pacientes que morreram na UTI ao longo de 2012. Virgínia de Souza trabalha no hospital desde 1988.


Fonte: Correio Braziliense

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