Más condições de ônibus do Grupo Amaral

Antônio esperou uma hora o ônibus da Viva Brasília sair e foi informado que o veículo estava com problemas (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Antônio esperou uma hora o ônibus da Viva Brasília sair e foi informado que o veículo estava com problemas

Rotina de atrasos, ônibus lotados e caindo aos pedaços. Boa parte dos 100 mil passageiros (cerca de 10% do total) que as empresas do Grupo Amaral transportam diariamente sentem na pele o que o Governo do Distrito Federal (GDF) está investigando. Há a suspeita de que a Rápido Veneza, a Rápido Brasília e a Viva Brasília estão retirando ônibus das ruas do DF e transferindo para o Entorno, onde uma filial do conglomerado opera com a Santo Antônio. E o que já era ruim fica cada vez pior. “É um sofrimento”, resume o auxiliar de cozinha Antônio Raimundo Soares, 41 anos.


O trabalhador não exagera. Ontem, por volta das 9h, ele esperava o momento de embarcar em um ônibus da Viva Brasília para a segunda etapa de sua viagem até o Lago Norte, onde é funcionário de um restaurante. Morador de Santo Antônio do Descoberto (GO), já estava há quase uma hora esperando na porta do veículo. Quando motorista e cobrador se aproximaram, Antônio se alegrou. “Parece que agora eu vou”, disse. Não foi. O motorista informou que o ônibus seria recolhido para a garagem por estar “subindo óleo”. “É um lixo mesmo. Vou chegar atrasado de novo”, indignou-se Antônio.


Fonte: Correio Braziliense

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