Mãe de estudante recebe alta, mas ainda precisa de ajuda

 

A mãe Jaíne e a filha Anna Emanuella em um momento de descontração. Foto: Reprodução/Facebook

A estudante Anna Emanuella usou mais uma vez as redes sociais para falar sobre o estado de saúde de sua mãe, Jaíne Aparecida, mas dessa vez a notícia foi boa. Após 18 dias na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga, a jovem informa que o quadro de sua mãe é estável e que ela recebeu alta da Unidade, mas as doações ainda são necessárias.

Anna Emanuella afirmou que sua mãe está lúcida e que a fisioterapia já foi iniciada, mas que apesar da melhora significativa, Jaíne ainda precisará passar por uma nova cirurgia que reconstituirá sua calota craniana e que tem um alto custo. A expectativa é que o procedimento ocorra em três meses, período esperado para que o inchaço do cérebro diminua.

Com isso, a ajuda ainda é necessária. As doações estão na casa dos R$ 30 mil, porém a conta no Hospital Anchieta já ultrapassa os R$ 100 mil. Os custos com a cirurgia e com os medicamentos irão aumentar e para que a família consiga custear o tratamento de Jaíne, ainda falta mais de R$ 170 mil.

A jovem ainda deixou um recado a todos que, de alguma forma, estão ajudando a família. “Agradeço de coração todo mundo que está orando, que está ajudando, que está compartilhando a história. Que Deus abençoe vocês e recompense a todos”, agradeceu.

 

A família Freitas teve que recorrer a uma vaquinha online para arrecadar fundos. Foto. Reprodução/Facebook

Entenda a história

A rotina da família Freitas começou a mudar no dia 23 de janeiro, com o falecimento da irmã de Jaíne, Eva Cristina. O sofrimento aumentou na mesma semana, quando Jaíne foi encaminhada ao hospital. Por não ter plano de saúde, a escolha foi levar ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT), uma unidade da rede pública do Distrito Federal.

“Eu e meu pai, que tem 54 anos e é deficiente físico, carregamos minha mãe no colo para colocá-la na máquina de tomografia. Ela passava mal, vomitava e não tinha controle algum da situação. Não tinha ninguém para nos ajudar”, disse Anna Emanuella.

Não demorou muito até que uma funcionária do HRT desse o diagnóstico das condições do hospital ao pai de Ana Emanuella. “Se quiser salvar sua esposa, tira ela daqui. Nós não temos nem água pra beber”, disse a funcionária, que preferiu não se identificar.

Os familiares decidiram transferir Jaíne hospital particular Anchieta, que fica em frente ao HRT. A perda de tempo no hospital público custou caro e impediu que ela tomasse o anticoagulante – procedimento mais simples – para evitar que o coágulo se espalhe pelo cérebro.

Como ajudar

As doações podem ser feitas pelo Vakinha ou diretamente na conta do pai de Emanuelle, Adalton da Silva Camargos.

Dados Bancários:

Itaú. Agência: 7011; Conta Corrente: 07993-1.

Caixa Econômica. Agência: 2399; Operação: 013; Conta Poupança: 05279-3.

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