Intercâmbio entre universidades federais atrai poucos

Campus Pampulha da UFMG, com o prédio da  Faculdade de Ciências Econômicas (Face) em destaque

Campus da UFMG: a universidade é a que mais envia estudantes para intercâmbio em outras federais (Foca Lisboa/UFMG)
Enquanto o Brasil se esforça para enviar estudantes brasileiros ao exterior no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras, instituições federais de ponta têm sofrido para preencher as vagas oferecidas em um progama nacional de intercâmbio. Criado em 2007, o Programa Nacional de Mobilidade Estudantil permite que estudantes das federais troquem de universidade por um semestre para se aprimorar. No entanto, menos de 1%  dos universitários brasileiros participa do programa. 
As informações são de um levantamento realizado com 12 instituições públicas de referência nas cinco regiões do país, que, juntas, concentram quase 40% do orçamento total de 2013 repassado às 59 federais. “Mesmo sendo uma amostra, o resultado do levantamento confirma a nossa percepção de que o programa, mesmo sendo muito importante, é pouco utilizado”, diz Gustavo Balduíno, secretário executivo da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), gestora do programa.
Fonte: Veja Online
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