Indústria farmacêutica na mira da Anvisa

Antes de colocar um medicamento no mercado, as indústrias farmacêuticas precisam decidir o preço máximo que será cobrado — tarefa que tem que ser realizada em conjunto com a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), um órgão vinculado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). É de se imaginar que, em um processo desses, discordâncias entre os valores pretendidos pela indústria e o liberado pelo governo ocorram o tempo todo. Estudo realizado pela CMED — e divulgado com exclusividade pelo BRASIL ECONÔMICO — confirma essa ideia.
O levantamento apontou que, desde que a atual regra de precificação entrou em vigor, em 2004, os valores autorizados foram, em média, 35% menores do que os requeridos pelas companhias.
Fonte: IG Notícias
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