Hmib e HRT adotam pulseiras de classificação de risco

A emergência do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e do Hospital de Taguatinga (HRT) adotaram o modelo de atendimento baseado no Protocolo de Manchester de Classificação de Risco, onde cada paciente, após a triagem, recebe uma pulseira colorida, cuja tonalidade varia de acordo com a urgência do caso.

 

“O sistema ajuda a equipe médica a acompanhar os casos mais graves, qualifica o trabalho dos profissionais da área de Saúde e evita a superlotação das emergências, pois o paciente sem gravidade é orientado a procurar um Centro de Saúde mais próximo de sua residência”, informou a coordenadora do Hmib, Roselle Bugarin Steenhouwer.

 

A chefe da equipe de emergência do HRT, Márcia de Araújo, alerta, ainda, que os pacientes devem observar os sintomas para avaliar se realmente precisam ir ao pronto-socorro. “Os casos de urgência são aqueles que aconteceram há pouco tempo, como quedas, cortes, desmaios, entre outros. Quando o paciente sente uma dor há mais de três meses, por exemplo, ele deverá procurar um centro de saúde”, disse.

 

O protocolo, atualmente, também é usado na UPA do Recanto das Emas e nos hospitais regionais do Gama, Planaltina e Samambaia, e a intenção da pasta é estendê-lo gradativamente às demais unidades.

 

As pulseiras serão entregues de acordo com o estado de saúde do paciente, sendo a cor vermelha (emergência absoluta); laranja (muito urgente); amarela (urgente); verde (pouco urgente) e azul (não urgente). De acordo com a Secretaria de Saúde, o modelo permite uma maior transparência no atendimento, já que o paciente pode acompanhar os casos prioritários.

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