Governo resiste

Setor de confecção alega que está ocorrendo um surto de importações de roupas no país e que cenário prejudica o mercado interno

Linha de produção da Vicunha Têxtil

Em agosto, Abit pediu investigação de salvaguarda para 60 itens do setor de vestuário (Divulgação)
O governo está resistindo à pressão do setor têxtil para frear a entrada de roupas importadas no país por meio de uma salvaguarda para o setor de confecção. Segundo uma fonte ouvida pela reportagem, a medida é muito “forte” e “abrangente” e não “resolveria o problema”.
Em agosto do ano passado, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) encaminhou um pedido de investigação de salvaguarda para 60 itens do setor de vestuário, alegando que está ocorrendo um surto de importações de roupas no país. Estão na lista camisas, calças, vestidos, saias, roupa infantil, moda praia, roupa íntima e etc.
O pedido da Abit continua em análise no Departamento de Defesa Comercial (Decom), do Ministério do Desenvolvimento, que não tem prazo para decidir se abre ou não o processo.
Fonte: Veja Online
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