Goianos vendem na Europa     

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O empresário Galeno Furtado em rodadas de negociação na Europa. Foto: Reprodução/Whatsapp

Uma comitiva de 32 empresários de Goiás retornou da Europa no sábado (12), após uma viagem de 13 dias em busca de negócios na Holanda, na Áustria e na França. A comitiva foi montada pelo governador, Marconi Perillo (PSDB), que formulou rodadas de negócios, traslados, apoio logístico e institucional.   Exportadores de vários segmentos – carne, leite, softwares, açúcar orgânico, alimentos, borracha e cachaça – percorreram as cidades de Amsterdam, Viena e Paris em busca de parceiros comerciais.

6d304268-1471-4650-a3f7-43d197de878fO empresário Galeno Furtado participou de rodadas de negociações para exportar cachaça e tem perspectiva de expandir os negócios já a partir de 2017.  Galeno produz a bebida em Alexânia, a 80 quilômetros de Brasília, às margens da BR-060. O alambique Cambéba engarrafa 20 mil litros de cachaça por mês e exporta 95% da sua produção para países europeus e para os EUA.           

Produção – Todo o processo de destilação da cana até virar cachaça é artesenal e orgânico, isento de produtos químicos para combater parasitas ou para acelerar a produção. No Alambique Cambéba, a fabricação é dividida em duas fases: produção e processamento vegetal. Durante a primeira, a cana de açúcar é moída e o caldo é depositado em recipientes para fermentação, onde fica de 24h a 36h.  Por último, o caldo é depositado em máquinas para ser destilado. O líquido passa por um processo de vaporização antes de voltar ao estado natural e ser armazenado.

 

Adega – Assim como na produção de whisky e de vinho, as cachaças Cambéba também são envelhecidas em barris. Elas podem ficar entre um e 12 anos armazenadas. Quanto mais tempo, melhor o aroma, o sabor e a coloração. Exceto as brancas, mais novas, que não passam pelo processo e são utilizadas para fazer caipirinha e coquetéis. O preço de uma garrafa de cachaça Cambéba varia de R$ 70 a R$ 320.

Ambiente – A sede do alambique ainda conta com um espaço gourmet para os consumidores.  Para quem quer apenas experimentar a especialidade da casa, existe um autêntico boteco, onde os clientes são atendidos no balcão. Mas, se o objetivo é um passeio turístico, a Cambéba dispõe de restaurante com pratos da alta gastronomia que podem ser apreciados diante da paisagem maravilhosa do vale de vegetação nativa do Cerrado e onde parte da cana da fazenda é plantada.

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