Gente: uma droga perigosa

Um dia, a sociedade hipócrita, terá coragem de colocar o ser humano entre as drogas perigosas, principalmente, quando uma relação baseada na sensação, chega ao fim. Quanto mais amigos se tem, menor o sofrimento. Quanto menos, maior. Quanto mais evoluído se é, menor a dependência e o sofrimento. Quanto menos, maior. Há uma dependência física e psíquica. Evidentemente que estou me referindo aos que tratam o próximo como objeto. Relacionamentos devem crescer da sensação para emoção, e desta para o amor, e isto só é possível se os pais ensinarem  aos filhos o interesse e respeito pelo próximo desde cedo, mostrando-lhes a relação de interdependência que vivemos, e que todos estamos em missão. Hoje, vive-se a cultura do prazer e do corpo sarado, desinteressados da origem e formação do outro. Quando a sensação acaba, descarta-se o outro como se descarta o barbeador, aparecendo as reações de violência se tornou-se vício. Permutamos energia por ocasião dos abraços, beijos, toques, relacões sexuais, etc. Somente a energia que nasce do amor, não vicia.

O Mestre Luis Sérgio ensina que” o objetivo da vida é o aprendizado da arte de amar “. Amor é o bem do outro quando o “eu” não existe, quando não se espera recompensa, quando a felicidade do outro é o objetivo.

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