Experimente o amor real

 

Mestre Osho, no livro “Amor, liberdade e solitude – uma nova visão sobre os relacionamentos”, comenta sobre o amor ilusório e o amor real. Para ele, raramente, alguém experimenta o verdadeiro amor. Vejamos:

“Durante toda a minha vida, comentei sobre o amor de mil maneiras diferentes, mas a mensagem é a mesma. Entretanto, não se trata do amor que você chama de amor. O amor que você conhece nada mais é do que um impulso biológico, sensualidade corporal; ele depende de sua química e de seus hormônios.

“O amor real conhece a compaixão, mas não a preocupação. Algumas vezes ele é duro, pois às vezes é necessário ser duro. Algumas vezes ele é muito distante. Se ficar distante ajudar, ele ficará distante. Outras vezes ele é muito frio; se for necessário ficar frio, então ele será frio.

“Tudo que for necessário, o amor leva em conta, mas não fica ansioso. Ele não satisfará nenhuma necessidade irreal, nenhuma ideia venenosa. O amor é o que nutre a alma. Sem amor a alma fica fraca.

“O primeiro passo em direção ao amor é: Ame a si mesmo. Ao amar a si mesmo, você destruirá muito do que a sociedade implantou em você. Você se tornará mais livre da sociedade e de seus condicionamentos, e só então poderá amar o outro.

“O segundo passo é: Observe, apenas observe seu caminhar, seu comer, a água no banho caindo sobre você. Observe tudo, hoje amanhã e sempre. À medida que você se torna mais observador, começa a ter asas – então, todo o céu é seu.

“O terceiro passo é: Desapegue-se e Relaxe. Esteja aberto; abandone sua armadura, a sua mente calculista, ponha seu ego de lado.

“O amor cria problemas, mas são problemas muito essenciais. Precisam ser enfrentados, ultrapassados. Temer o amor, é permanecer fechado numa cela escura. Ele é doloroso, mas não o evite. Se você o evitar, evitará a maior oportunidade de crescimento de sua vida. Ele lhe dará a primeira prova de que a vida não é sem sentido.

“Sim, existe agonia, mas a partir dessa agonia nasce o êxtase. O amor é a única coisa digna de ser feita. Tudo o mais é secundário. Assim, não importa a dor, Ame!”.} else {

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