Exames antidopings

O uso indiscriminado de suplementos proibidos por candidatos a cargos públicos coloca em xeque a credibilidade de alguns certames. Especialistas apontam falhas na realização de exames antidoping para testar a aptidão de novos servidores, principalmente na área de segurança pública. Editais de concursos para a admissão de praças e oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, por exemplo, determinam aos concorrentes a coleta de fios de cabelo para atestar se eles consomem ou não substâncias ilícitas, como anfetaminas presentes no OxyElite Pro, no Jack 3D e no Lipo-6 Black. Mas estudiosos apontam o teste de urina como mais eficiente.


Para o especialista em toxicologia forense da Universidade de São Paulo (USP) Otávio Américo Medeiros Brasil, o método de análise capilar é incapaz de detectar a presença de compostos irregulares às vésperas dos testes de resistência exigidos pelas bancas examinadoras. 


Fonte: Correio Braziliense

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