Ex-administrador de Águas Claras está foragido

A Polícia Civil do Distrito Federal não sabe o paradeiro do advogado e ex-administrador da Águas Claras, Carlos Sidney de Oliveira, após suspeita de envolvimento na Operação Átrio. Nesta segunda-feira (11/11), a Divisão Especial de Combate ao Crime Organizado (Deco) confirmou que não tem informações sobre ele. Sidney foi preso na semana passada suspeito de participar de um esquema de pagamento de propina.

A Deco informou que vai pedir a revogação da prisão domiciliar do ex-administrador, alegando que a medida pode atrapalhar a investigação. Além da revogação, a Deco deve solicitar ainda hoje a prorrogação da prisão temporária de Carlos Sidney.

Ele foi preso na Operação Átrio na última quinta-feira (7/11) e passou a noite na carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Na sexta-feira (8/11), Sidney teve uma crise hipertensa e foi levado, sob escolta, para o Hospital de Base. Na manhã de sábado (9/11), recebeu alta e foi encaminhado para uma cela no 19º Batalhão da Polícia Militar, que fica dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. No início da tarde de sábado, o ex-administrador ganhou o benefício da prisão domiciliar pela Justiça e desde então não foi mais visto.

Além do ex-administrador de Águas Claras, outras 12 pessoas, entre elas o ex-vice governador do DF, Paulo Octávio também são suspeitas de estarem envolvidas no esquema e estão sendo investigadas.

A Operação Átrio foi deflagrada pela Deco em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

 

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