Estratégias nutricionais em corridas de aventura

             Os esportes de aventura surgiram na Nova Zelândia em 1980 e chegaram ao Brasil em 1998. Desde então, vêm sendo difundidos entre esportistas e atletas de outras modalidades, mas que visam aventura, lazer, contato com a natureza e performance.

Existem, basicamente, quatro tipos de provas: as curtas, que levam de três a seis horas e são provas de muita explosão e velocidade; as intermediárias, de seis a doze horas; e as longas, que levam de doze a trinta e seis horas; e as expedições, que são as mais longas, normalmente com mais de cinco dias de duração. Nelas, as equipes montam estratégias complexas para finalização e cumprimento da prova.

A corrida de aventura é um esporte multidisciplinar, de resistência, endurance, força mental e física, e os atletas têm que percorrer um trajeto marcado em mapas por dias e noites, suportando até mesmo a privação do sono.

A alimentação é um fator determinante na estratégia da corrida de aventura. Durante o período de treinamento, as recomendações de energia e nutrientes devem ser atingidas para manter a massa corporal e fazer reserva de glicogênio, tanto muscular como hepático, que serão muito importantes para a finalização da prova.

Na corrida de aventura, assim como em qualquer outra modalidade, ter orientação nutricional no período de treinamento, pré-prova, durante e após a prova, além do possível uso de suplementos, garante melhores resultados.

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