Educação e saúde estão abandonadas

Sem condições mínimas para atender os pacientes, hospitais de cidades como Luziânia e Águas Lindas mandam os casos mais graves para o DF. Nas escolas, os alunos encontram paredes rachadas, pisos esburacados e carteiras quebradas

No Hospital Regional de Luziânia, os três aparelhos de Raios-X não funcionam: 'Não temos muito o que fazer', diz o secretário de Saúde, Watherson Roriz (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
No Hospital Regional de Luziânia, os três aparelhos de Raios-X não funcionam: “Não temos muito o que fazer”, diz o secretário de Saúde, Watherson Roriz
Trocadilhos como a “Saúde está na UTI” e a “Educação está reprovada” foram repetidos algumas vezes durante a semana em que o Correio visitou as cidades do Entorno. A realidade das duas áreas nos municípios não é nem um pouco favorável neste início de ano. Se a situação dos alunos não será boa na volta às aulas nas redes municipais, que está marcada para o fim de janeiro e início de fevereiro, a dos usuários da rede de saúde é complicada todos os dias, indistintamente.
O Hospital Regional de Luziânia (HRL), que pertence ao município, serve para ilustrar a situação da rede. Hoje, não passa de um arremedo da referência que já foi para as cidades vizinhas. Tem apenas um paciente internado atualmente e só consegue responder por atendimentos mais simples, como suturas e pequenas emergências. A unidade tem capacidade para internar até 300 pacientes por mês, mas em 2012 manteve média de 20 a 25, por falta de estrutura adequada. O hospital carece até mesmo de macas, camas e colchões, além de estar com problemas em vários equipamentos médicos. 
Fonte: Correio Braziliense
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