Diagnóstico do HPV poderá ser feito de graça no DF

Equipamento Genomica Car Red custou R$ 150 mil. Foto: Brito/Saúde

A saúde pública do Distrito Federal passará a realizar o diagnóstico laboratorial por biologia molecular do Papilomavírus Humano (HPV), transmitido ​por meio de relação sexual, não sexual e parto. O Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen) adquiriu o equipamento Genomica Car Red para realizar os testes, além de 4,8 mil kits que devem chegar em aproximadamente 30 dias para ​fazer o exame.

O aparelho semiautomatizado – que custou aproximadamente R$ 150 mil – tem capacidade para realizar, em média, 48 testes em aproximadamente três horas. A metodologia utilizada é PCR-RT. O exame na rede privada custa, em média, R$ 700. “O equipamento é considerado um dos mais modernos porque oferece o diagnóstico de 35 tipos de HPV, entre eles, os quatro mais prevalentes no Brasil, que são os tipos 6, 11, 16 e 18”, explica o analista em Saúde do Núcleo de Virologia do Lacen, Edson José Monteiro Bello.

De acordo com o técnico, a inovação resultará em diversas frentes de trabalho. A primeira delas será a confirmação do tipo de HPV que causou a lesão em mulheres que já foram submetidas a citologia (Papanicolau), após indicação médica. O exame é complementar e não exclui a biópsia e a colpiscopia.

“A diferença é que o médico poderá saber qual é a tipagem do vírus e se é de alto ou baixo risco oncogênico (que provoca alterações no crescimento das células, causando câncer), o que permitirá medidas preventivas e mais eficazes no tratamento, antecipando os diagnósticos mais graves futuramente”, afirmou o farmacêutico.

Posteriormente, o Lacen pretende ampliar o exame para mulheres que estão nas faixas etárias mais propícias ao desenvolvimento da doença, ou seja, aquelas que são sexualmente ativas e também nas meninas que foram vacinadas contra o vírus quando tinham nove a 13 anos para verificar a eficácia da vacina.

 

Doença letal – O HPV é uma doença que leva aproximadamente 10 anos para chegar a sua fase mais crítica, o que pode desencadear o câncer do colo do útero. Isso porque a atuação do vírus começa nas camadas mais superficiais da pele até alcançar as mais profundas.

O HPV possui mais de 250 tipos no mundo todo, sendo que 40 deles são oncogênicos. Em todo o mundo, cerca de 10% das mulheres têm HPV, entre elas, de 30% a 50% são menores de 25 anos.

Embora a maioria das infecções por papilomavírus humano não tenham sintomas, a infecção genital pelo HPV persistente pode causar câncer cervical em mulheres. Dentre todos os casos de câncer do colo do útero, 99% são ligados a infecção genital pelo HPV, que é o quarto tipo de câncer mais comum em mulheres no mundo. Também pode causar outros tipos de câncer como o anogenital, cabeça e pescoço e também podem causar verrugas genitais em homens e mulheres.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS)  de 2012 apontam que, todos os anos, no mundo inteiro, 528 mil mulheres são diagnosticadas com a doença, das quais cerca de 270 mil morrem. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), na América Latina são registrados 72 mil novos casos da doença e 33 mil mulheres morrem a cada ano, sendo a primeira causa de morte em mulheres de 15 a 44 anos.

No Brasil, estima-se que entre 9 milhões e 10 milhões de pessoas sejam portadoras do vírus e que se registrem 700 mil novos casos a cada ano. Entre a população sexualmente ativa, estima-se que 80% vão contrair HPV durante a vida.

Os HPV tipos 16 e 18 são responsáveis por aproximadamente 70% dos casos de câncer de colo do útero, a segunda maior causa de câncer em mulheres, atrás apenas do câncer de mama. O HPV tipo 16 é a causa mais comum de câncer de colo do útero, respondendo por mais da metade dos casos em todas as regiões do mundo, inclusive no Brasil.

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