Dia de luta contra a reforma da Previdência

Idade mínima das mulheres que moram nas cidades subirá de 60 para 62 anos. No campo, a mudança é pior: de 55 para 60 – cinco anos a mais

As centrais CUT, Força Sindical, CTB, UGT, CSB, intersindical Luta e Organização, CSP-Conlutas, Intersindical-Central da Classe Trabalhadora, CGTB e NCST realizarão, em 22 de março, o Dia Nacional de Luta e Mobilização em Defesa da Previdência. Na avaliação dos sindicalistas, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 06/2019) que o governo Jair Bolsonaro (PSL) entregou ao Congresso Nacional é muito pior do que a de Michel Temer (MDB), derrubada depois da greve geral, em abril de 2017.

A PEC da reforma dificulta o acesso e reduz o valor dos benefícios ao estabelecer a idade mínima de 65 anos para homens, 62 para mulheres e aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos, além de retirar da Constituição o sistema de Seguridade Social brasileiro. “Todos são prejudicados, os que já estão e os que vão entrar no mercado de trabalho, os aposentados e os que estão prestes a se aposentar”, diz o presidente da CUT, Vagner Freitas.

A CUT e demais centrais deverão se reunir com os movimentos sociais, lideranças partidárias, religiosas e estudantis para deliberar uma forma conjunta de luta contra o fim da aposentadoria.

Deixe um comentário