De olho na fartura  

Na pré-escola me descobri “tarado”. Minha professora era a Neidijane, Neide para os íntimos. Tínhamos que fazer um exercício no caderno de caligrafia, mas minha letra não precisava mais daquele reforço de escrita, ou seja, fiquei sem fazer nada. Mais ou menos, eu tive a ideia de escrever uma carta, não lembro pra quem, e pedia ajuda a todo momento pra Neide; afinal, eu estava sendo alfabetizado ainda. Não era bem uma ajuda, eu queria mesmo era que ela abaixasse pra eu ficar olhando por dentro do decote dela. Não me recordo de ter visto seios tão lindos e fartos como aqueles. A gente repara em cada coisa quando criança. Vá entender, né?!

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