Comando único – Gandhi, Martin e Mandela

        Há um governo oculto do mundo – afirmam as tradições espiritualistas –, e compete a ele as providências para que a Humanidade evolua. É neste sentido que missionários são enviados em todas as áreas para servirem de exemplo e estímulo para os alunos mais novos.

Com Gandhi, conhecemos a mensagem da Ahimsa – Não Violência, ideal seguido por Martin Luther King, nos Estados Unidos, e Nelson Mandela na África do Sul. Mandela, a exemplo de Gandhi, que dividiu o poder entre representantes do Induísmo e do Islamismo, defendeu a ideia de uma África do Sul para todos, mantendo no comando do exército um general branco, e estabelecendo eleições gerais.

Entretanto, o processo evolutivo é complexo e quem não o conhece, desanima ou descrê, porque, às vezes parece que se encaminha para um retrocesso. Por poder prever com bastante antecedência, é que o governo oculto do mundo providencia a vinda de grandes seres, seja num processo dialético, ou apenas num continuum, como nos casos dos três missionários que depois, erroneamente, são transformados em seres adorados quando devem ser vistos como a lembrança das nossas possibilidades.

Para evitar a adoração, é que ensinou Jesus: “o que eu faço vós podeis fazer também, e até mais”.

 

José Matos

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