Chico Vigilante critica fechamento de agências e demissões no Banco do Brasil

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Chico Vigilante: “Trata-se de um negócio criminoso de um governo que não teve um voto e assumiu o poder por meio de um golpe parlamentar-midiático”. Foto: Carlos Gandra/CLDF

O deputado Chico Vigilante (PT) criticou na sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta quarta-feira (23) o fechamento de agências e a demissão de funcionários do Banco do Brasil, anunciado ontem. Para o distrital, a proposta é absurda e mostra claramente que o governo de Michel Temer quer abrir espaço para os bancos privados.

De acordo com o deputado, a proposta prevê o fechamento de mais de 400 agências no País e 22 só no Distrito Federal. Outras 380 agências serão transformadas em postos. Além disso, 19 mil funcionários deverão ser incluídos num Plano de Demissão Voluntária, outros nove mil serão demitidos e centenas de trabalhadores terceirizados, como vigilantes, motoristas e copeiras perderam suas vagas.

O distrital destacou que o Banco do Brasil é um importante indutor de desenvolvimentos para as pequenas cidades brasileiras. Vigilante classificou a proposta como uma “atitude entreguista” do governo. “Trata-se de um negócio criminoso de um governo que não teve um voto e assumiu o poder por meio de um golpe parlamentar-midiático”, avaliou.

Jovem – Na mesma sessão, o deputado Agaciel Maia (PR) elogiou a decisão do governador Rodrigo Rollemberg de renovar o programa Jovem Candango, no qual o jovem estuda num turno e trabalho no outro. O programa vai beneficiar 1.600 jovens, alunos de escolas públicas e moradores de áreas de vulnerabilidade social.

Maia lembrou que o programa foi implantado no governo passado e está se espalhando por todo o País. Segundo ele, o governador já prometeu ampliar o programa para 3.100 jovens no ano que vem. O deputado Wasny de Roure (PT) também parabenizou o GDF pela continuidade do programa, que qualificou como criativo e inovador.

Saúde – Chico Vigilante voltou a condenar a situação da saúde pública do DF. Para ele, a situação é de calamidade pública. O petista, no entanto, destacou que a entrada das chamadas Organizações Sociais (OSs) na gestão das unidades de saúde não resolverá o problema. “OS não é solução, é corrupção e malandragem”, condenou. O parlamentar relatou o caso de uma jovem grávida que perdeu o bebê por falta de médicos e falhas no atendimento.

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