Cantineiros lutam para manter negócio

A decisão judicial que pede a saída dos cantineiros das escolas públicas ainda não tem data para ser cumprida. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) pediu a desocupação, no mês passado, para que os espaços nos colégios sejam utilizados por empresas vencedoras de licitação. Entretanto, o prazo concedido foi interrompido graças a um recurso dos microempresários. Os donos de lanchonetes se concentraram em frente à sede do MPDFT pedindo diálogo com as autoridades.

A Promotoria de Justiça e Defesa da Educação (Proeduc) suspendeu as permissões que os cantineiros possuíam sob a alegação de que os espaços foram cedidos sem licitação, e que a qualidade e condições sanitárias dos estabelecimentos precisavam ser melhor fiscalizadas. De acordo com a Secretaria de Educação, 222 microempresários que exploram os espaços nas escolas já foram notificados a respeito da desocupação, inicialmente prevista para ocorrer amanhã, mas suspensa por meio de recurso.
A promotora de Justiça da Proeduc, Amanda Tuma, afirma que, por se tratar de órgãos públicos, deve haver licitação. 
Fonte: Jornal de Brasília
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