Brasília na Copa do Brasil

Começou um dos maiores torneios do mundo. A Copa do Brasil 2013 está cada vez mais democrática, com 86 participantes. A 25ª edição vai até novembro e tem vários estreantes. Dificilmente alguém já ouviu falar no Oratório, do Amapá, ou no CSP, da Paraíba. O Luziânia (GO) também estreia na competição, como vice-campeão brasiliense do ano passado. Os outros representantes locais são o Ceilândia e o Sobradinho. Os outrora poderosos Brasiliense e Gama ficam de fora, por não terem chegado entre os três primeiros no Metropolitano 2012.

Até pela sua pouca tradição no ranking nacional, os candangos não pegam moleza. Todos jogam em casa na primeira rodada, o que, na prática, não é bom negócio, pois representa um risco de eliminação precoce. Pelo regulamento, no jogo de ida, caso o mandante perca por dois ou mais gols de diferença, já estará eliminado. Quem pegou a parada mais dura foi o Sobradinho, que vai enfrentar o Botafogo de Seedorf, Jeferson & Cia. O Ceilândia estreou na quarta-feira (3) e ficou no 0 a 0 com o Ceará, no Abadião.             Confira os demais jogos dos nossos representantes:

 

10/4 – Luziânia x Fortaleza (Serra do Lago/Luziânia)

10/4 – Ceará x Ceilândia (Castelão/Fortaleza)

17/4 – Sobradinho x Botafogo (Bezerrão/Gama)

17/4 – Fortaleza x Luziânia (Presidente Vargas/Fortaleza)

25/4 – Botafogo x Sobradinho – (Engenhão/Rio de Janeiro)

 

Além do número recorde, outra novidade da Copa do Brasil 2013 é a participação das equipes brasileiras que atuam na Libertadores, o que não ocorria desde 2001. A exceção é o São Paulo, que, além da principal competição continental, defende o título da Copa Sulamericana. Por problemas de agenda, o tricolor paulista será substituído pelo Vasco, que já entra nas oitavas de final, juntamente com Corínthians, Palmeiras, Grêmio, Fluminense e Atlético (MG).

Com os grandes na briga, fica mais difícil surpresas, como o título de Criciúma, Juventude ou Santo André, ou ainda campanhas como a do Brasiliense em 2002, que por muito pouco não trouxe o título para Brasília, numa polêmica final em que a arbitragem favoreceu o Corínthians.

 

 

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