Biometria facial começa a ser testada nos transportes públicos do DF

O sistema de biometria facial está em fase de testes no Distrito Federal. Nesta terça-feira (16), dez linhas da Piracicabana  receberam as câmeras que farão a identificação do rosto dos usuários do transporte público. A primeira foi a 110, que faz o trajeto Rodoviária-Universidade de Brasília (UnB).

A linha 110 da empresa Piracicabana, que faz o trajeto Rodoviária-Universidade de Brasília (UnB), foi a escolhida para experimentar o novo sistema. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

No momento em que o usuário passar o cartão de passe livre, várias imagens serão captadas pela câmera de biometria e encaminhadas para um banco de dados. Caso haja incompatibilidade de perfil, uma equipe técnica avaliará se realmente houve fraude e, posteriormente, tomará providências para o bloqueio do benefício. Além da análise técnica, o usuário terá a possibilidade de recorrer, para verificação se houve equívoco no reconhecimento.

O principal objetivo é evitar fraudes no uso da gratuidade nos transportes coletivos. O próximo passo é atualizar as fotos de um grupo de estudantes da Universidade que utilizam o benefício. Caberá ao Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) fazer a modernização no sistema. Se os resultados forem positivos, o projeto será ampliado para as demais linhas de transporte público do DF, inclusive o metrô.

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